Retenção de dados dos candidatos (LGPD)

O que este artigo resolve #

Cuidar do prazo de guarda dos currículos: perguntar ao candidato se ele quer continuar no seu banco e remover os dados de quem não quer — ou de quem não respondeu.

Por que esta tela existe #

Currículo é dado pessoal de gente que não tem contrato nenhum com a sua empresa. É o material mais exposto que um sistema de gestão costuma guardar: traz endereço, às vezes CPF, às vezes foto — de pessoas que só mandaram um e-mail um dia.

Cada candidato tem uma data de expurgo, preenchida no cadastro. Sem alguém olhando, essa data passa e o dado fica. Esta tela é esse alguém.

O modelo: perguntar antes, e silêncio não segura nada #

Cumprir o prazo apagando na data é o mínimo. O Qubex faz uma coisa melhor: antes de remover, pergunta ao candidato se ele quer renovar — e dá a ele o direito de pedir a exclusão sem precisar caçar um canal de atendimento.

O que o silêncio não faz é adiar. Sem resposta, o expurgo acontece do mesmo jeito — senão a pergunta viraria desculpa para reter indefinidamente.

Passo a passo #

1. Abra a tela #

Recrutamento & Seleção › Retenção de dados.

a tela, com os três indicadores e os cadastros vencendo.
a tela, com os três indicadores e os cadastros vencendo.

O seletor no cabeçalho escolhe a janela: 30, 60, 90 dias ou todos.

Os três cartões:

  • Prazo vencido — deveriam ter sido removidos. É a fila que você quer sempre em zero.
  • Aguardando resposta — já foram perguntados e o link ainda está válido.
  • Sem e-mail — não há como perguntar.

2. Pergunte #

Botão Perguntar na linha do candidato. O Qubex envia um e-mail com um link pessoal, válido por 30 dias, onde ele escolhe entre continuar no banco ou pedir a remoção.

A coluna Pedido de renovação passa a mostrar aguardando, com a data do envio. Quando ele responde, vira renovou ou pediu exclusão.

Quem renova ganha um novo prazo, contado a partir da resposta.

3. Expurgue quem venceu #

Botão Expurgar. O modal explica exatamente o que acontece, e vale ler.

Expurgar é anonimizar, não apagar #

Esta é a parte que costuma surpreender, e ela é deliberada.

O que sai: nome, contato, LinkedIn, observações, as tags e o currículo anexado. O dado pessoal deixa de existir.

O que fica: o histórico dos processos, sem dono identificável.

O motivo é direto: apagar a linha levaria junto candidaturas que podem estar ligadas a competências já faturadas — e você destruiria a prova do que originou uma cobrança que o cliente pagou. O dado pessoal some; o registro do que aconteceu no seu negócio fica.

Não é possível desfazer.

Como conferir #

O cartão Prazo vencido em zero é o objetivo. Um número ali quer dizer que há dado pessoal guardado além do prazo que a própria empresa declarou.

O que isso muda no seu negócio #

O banco de talentos é o ativo da agência e é também a maior exposição dela. Um prazo de guarda que alguém olha toda semana é a diferença entre um ativo e um passivo.

Quando dá errado #

O candidato está na lista “sem e-mail”. Não há como perguntar, e reter sem poder renovar o consentimento é reter sem base. Ou você consegue o e-mail e cadastra, ou expurga no prazo.

“Já existe um pedido em aberto para este candidato.” O link anterior ainda está valendo. Aguarde a resposta ou o vencimento dos 30 dias.

O candidato diz que o link não funciona. Link expirado e link inexistente dão a mesma resposta, de propósito — distinguir entregaria informação a quem estivesse adivinhando endereços. Se já passaram 30 dias, mande de novo pelo botão Perguntar.

O candidato pediu exclusão. A resposta dele fica registrada na coluna, e o expurgo continua sendo um clique seu — o sistema não apaga sozinho.

O e-mail não saiu. A mensagem diz o motivo. Configuração de envio é assunto do suporte: suporte@unesolutions.com.br.

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Quais são seus sentimentos

Atualizado em 08/09/2026