Entender o cadastro que mais aparece no Qubex — e preencher os campos que importam para a nota fiscal e para o financeiro.
Cliente, fornecedor e sócio são a mesma coisa aqui #
Em muitos sistemas você cadastra o cliente numa tela e o fornecedor em outra. Quando a mesma empresa é as duas coisas — e isso é comum — você acaba com dois cadastros, dois endereços e duas versões da verdade.
No Qubex existe um cadastro só: o Parceiro. É todo mundo que se relaciona com a sua empresa. O que muda é o campo Tipo Parceiro:
- Cliente — para quem você fatura
- Fornecedor — de quem você compra
- Sócio
- Pessoa
- Lead Prospect — ainda não é cliente, está no funil do CRM
Um cadastro, um endereço, um histórico. Se o cliente virar fornecedor amanhã, você troca o tipo — não recadastra.
Preencha o CNPJ e deixe a Receita fazer o resto #
O campo CNPJ só aparece depois que você escolhe Tipo Pessoa → Pessoa Jurídica. Do lado dele há um botão de lupa.

Digite o CNPJ e clique na lupa: o Qubex consulta a Receita Federal e preenche sozinho razão social, nome fantasia, endereço, bairro, cidade, estado, CEP, telefone e e-mail. É o jeito mais rápido — e o mais seguro, porque o nome vem exatamente como está registrado.
Os campos que a nota fiscal exige #
Esta é a parte que costuma travar a emissão depois. Na aba Endereço, digite o nome da cidade no campo Cidade e escolha na lista que aparece.

Ao escolher, o Qubex preenche o Estado e o Cód. IBGE Município sozinho — e é esse código IBGE que a prefeitura exige na NFS-e. Digitar a cidade na mão sem escolher da lista deixa o IBGE vazio, e a nota não sai.
Para emitir NFS-e, o cadastro precisa de: CPF ou CNPJ, e-mail válido, endereço completo e o código IBGE. Faltando qualquer um, a Central de Faturamento avisa antes — veja Como emitir uma NFS-e.
Dois campos que mudam o resultado e passam despercebidos #
“Retém impostos na fonte” (aba Documentos). Ligado, a NFS-e sai com as retenções calculadas; desligado, sai sem retenção mesmo o cliente sendo pessoa jurídica. Quem decide é o contrato com aquele cliente, não uma regra geral — por isso o campo é por parceiro.
“Faturar para” (aba Classificações). Serve para o caso em que quem contrata não é quem paga — convênios, holdings, matriz que centraliza o pagamento das filiais. Preenchido, a nota fiscal e o título saem no nome do parceiro indicado ali, e não no do parceiro que você abriu. O orçamento e o pedido continuam com o parceiro original.
O que isso muda no seu negócio #
Cadastro completo é o que faz a nota sair de primeira. Cada campo que falta aqui vira uma nota rejeitada no dia do fechamento — e nota rejeitada no dia 30 é faturamento que escorrega para o mês seguinte.
Quando dá errado #
A lupa não trouxe nada. Confira se o CNPJ está completo e correto. A consulta é feita na Receita em tempo real: CNPJ recém-aberto ou baixado pode não retornar. Nesse caso preencha à mão — nada trava por causa disso.
Preenchi a cidade e o código IBGE continua vazio. Você digitou sem escolher da lista. Apague, digite de novo e clique na opção que aparecer.
O cliente é do exterior. Ligue o botão Cliente no exterior (exportação de serviços) no topo da aba Dados Gerais. Os campos mudam: some a exigência de CNPJ/CPF e endereço nacional, e passa a valer o País (obrigatório) e o NIF.